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A bruta arte de artistas à margem em S. João da Madeira

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ARTE BRUTA S. João da Madeira acolhe o espólio da coleção Treger/Saint Silvestre com mais de mil obras, como esta escultura de ACM

FOTO ANDRÉ ROCHA

Fechados no seu próprio mundo, internados em instituições psiquiátricas, não se assumem como artistas, mas produzem obras carregadas de sentimento artístico cada vez mais disputadas pelo mercado de arte. São os protagonistas da chamada Arte Bruta.

São artistas loucos ou loucos artistas? Poderá começar por aqui o conjunto de perplexidades suscitadas pelas duas exposições visitáveis na Oliva Creative Factory (antigas instalações da fábrica Oliva) em S. João da Madeira. Arte Bruta: Uma História de Mitologias Individuais, com curadoria de Christian Berst, e Acordar, Sair, Caminhar, Desacelerar… Olhar, Parar. Olhar de Novo, com curadoria de António Gaeta.

Construídas a partir da coleção Treger/Saint Silvestre, composta por mais de mil peças da chamada Arte Bruta e colocada em depósito naquela cidade do distrito de Aveiro, proporciona-nos uma viagem rara até um mundo em geral desconhecido, por vezes ostracizado, ou até menorizado: o da arte concebida por homens e mulheres que em nenhum momento reivindicam a condição de artistas.

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