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Vítor, que ficou com uma responsabilidade para toda a vida

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TRANSPLANTADO Vítor Pires, de 45 anos, ganhou uma vida nova

Há sempre uma falha, uma falta. Porque são sempre mais os que precisam do que aqueles que doam. No Dia do Transplante, assinalado esta quarta-feora, há histórias de vida que se partilham para incentivar a dádiva. Mas sem esquecer que quem recebe fica com uma responsabilidade para a vida. Vítor, que recebeu um rim e um pâncreas, é testemunha disso

José Caria

José Caria

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Fotojornalista

Para Vítor Pires, diabético desde os oito anos, tomar insulina ou picar o dedo para verificar o nível de glicose no sangue não era um problema. Aos 43 anos, o que sempre o tinha assustado e continuava a preocupar, passadas mais de três décadas, eram as consequências da doença. A possibilidade de um dia cegar, o risco de uma eventual amputação. Estes sim eram fantasmas que atemorizavam este auditor da Segurança Social.

Há 13 meses, a situação piorou. Vítor começou a ter de fazer diálise, três vezes por semana. Foi nesta altura que ele entrou para a lista de espera de transplantes. Precisava de um rim e de um pâncreas. Precisava de esperança. Demorou, mas tudo chegou a bom porto ao fim de quase 400 dias. Ainda não passou um mês da cirurgia, mas os medos, esses, ficaram lá atrás.

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