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O rei do rap, a carne e o osso do rock e dedos na ferida

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A COROAÇÃO Kendrick Lamar, a glória na sua estreia em Lisboa

FOTO RITA CARMO

Na segunda edição no Parque das Nações, em Lisboa, o mais mutante dos festivais portugueses coroou o rei Kendrick Lamar e vibrou com a lenda Iggy Pop. Emoções para todos os gostos e idades, num fim de semana (literalmente) escaldante

Lia Pereira

Lia Pereira

Jornalista

Chegou no sábado ao fim mais uma edição do Super Bock Super Rock, autêntico mutante dos festivais portugueses que, ao longo da sua longa história (começou por realizar-se em Algés, em 1995), já foi muita coisa, em muitos sítios. Festival de sala, festival itinerante passando por várias cidades, festival de veraneio, durante os cinco anos que assentou arraiais no Meco – eis um certame que vem mudando de essência com assinalável frequência, muitas vezes para desgosto de uma plateia que desejava que os cartazes refletissem mais o “rock” do seu nome.
Há dois anos que este decano dos festivais nacionais abandonou a Herdade do Cabeço da Flauta, onde começávamos a habituar-nos a vê-lo, entre o mar do Meco e os pinheiros mansos, para voltar à cidade. Junto ao Tejo, no moderno Parque das Nações, o Super Bock Super Rock funciona perfeitamente como festival urbano de média dimensão e ambiente descontraído, tendo atraído cerca de 55 mil espectadores, ao longo de três dias.

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