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“Aprendi com o Senhor do Adeus que não é assim tão difícil sermos boas pessoas”

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DO PIANO PARA A BD. Filipe Melo, pianista e realizador, acaba de lançar novo livro de BD

ilustração bernardo mendonça

Filipe Melo é um artista de mão cheia. Pianista, argumentista, realizador, a sua história dava um livro ou uma bela série com os melhores condimentos. Esta é uma entrevista feita de tudo isso. Passa pela juventude rebelde em que foi apanhado pela polícia a aceder a sistemas informáticos, a descoberta da música e do cinema até à paixão pela BD e as razões para publicar “Os Vampiros”, um livro de banda desenhada que conta os horrores da guerra colonial

Bernardo Mendonça

Bernardo Mendonça

entrevista e ilustração

Jornalista

João Santos Duarte

João Santos Duarte

Edição audio

Jornalista

Depois de um valente susto aos 14 anos por ter sido apanhado pela polícia a aceder a sistemas informáticos na era da pré-internet, trocou o teclado do computador pelo piano e é hoje, aos 38 anos, um dos mais reconhecidos músicos de jazz portugueses. Também deu cartas na realização ao dirigir o primeiro filme de terror português que foi vencedor do prémio de melhor curta-metragem no Fantasporto.

E é ainda o autor da premiada trilogia de banda desenhada “As Fantásticas Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy”. Ultimamente tem andado a percorrer o país com Bruno Nogueira e Manuela Azevedo no espetáculo “Deixem o Pimba em Paz” e acaba de publicar “Os Vampiros”, um livro de banda desenhada com 250 páginas que conta as peripécias de um grupo de soldados que vivem os horrores da guerra colonial em 1972, enquanto tentam sair da Guiné-Bissau para o Senegal.

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  • A fantástica história do pianista que tem salvado o mundo na BD

    Filipe Melo é um artista de mão cheia e a sua história dava um filme. Depois de um valente susto aos 14 anos por ter sido apanhado pela polícia a aceder a sistemas informáticos na era da pré-internet, trocou o teclado do computador pelo piano e é hoje, aos 38 anos, um dos mais reconhecidos músicos de jazz portugueses. Também deu cartas na realização ao dirigir o primeiro filme de terror português, vencedor do prémio de melhor curta-metragem no Fantasporto. E é ainda o autor da premiada trilogia de banda desenhada “As Fantásticas Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy”. Ultimamente tem andado a percorrer o país com Bruno Nogueira e Manuela Azevedo no espectáculo “Deixem o Pimba em Paz” e prepara-se para publicar um livro de banda desenhada com 250 páginas sobre a guerra colonial na Guiné. O melhor é mesmo ouvi-lo no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”