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Algumas teses sobre o verdadeiro euro

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tiago miranda

Aquando do anterior Europeu de futebol, há quatro anos, o Expresso convidou cinco personalidades portuguesas de várias áreas a dizerem-nos o que lhes ia na alma sobre a bola. Quando acaba de começar o Europeu seguinte, republicamos os artigos em que Manuel Alegre, Vítor Melícias, João Tordo, Rui Santos e Francisco José Viegas descreviam, na primeira pessoa, a sua paixão (ou nem tanto...) pelo futebol. São textos que, retirando-lhes alguns episódios e situações datados (foram publicados na revista de 2 de junho de 2012), continuam, na sua essência, atuais

Tiago Miranda

Tiago Miranda

Fotojornalista

“A paixão não se explica”

Perguntaram um dia a um grande toureiro espanhol qual o segredo da sua arte. Ele respondeu: "A arte não se explica".

O mesmo se diga da paixão. De onde vem a minha pelo futebol? Podia recorrer à influência da família: o meu avô Mário Duarte, eleito num plebiscito do jornal “Os Sports” como o mais completo desportista português e que, com o seu amigo Guilherme Pinto Basto, foi um dos introdutores do futebol em Portugal; de meu pai, Francisco Duarte, que jogou na Académica, além de campeão noutras modalidades; de meu tio, embaixador Mário Duarte, um dos fundadores do Belenenses e seu primeiro guarda-redes. Tudo isso contou. Mas não tanto como os jogos do Recreio Desportivo de Águeda, no velho campo de São Sebastião. Paixão sofrida, por isso mais intensa, já que o Recreio raramente ganhava.

Manuel Alegre, político

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