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Relatório sobre Guerra do Iraque critica fortemente Blair

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reuters

Ao contrário do que se temia, o inquérito de sete anos levado a cabo por uma figura do ‘establishment’ britânico não foi uma operação de embranquecimento

Luís M. Faria

Jornalista

As duas principais conclusões do relatório publicado esta quarta-feira sobre a Guerra do Iraque talvez tenham sido as primeiras a ser anunciadas: uma, a guerra foi lançada antes de serem esgotadas todas as alternativas pacíficas; outra, exagerou-se deliberadamente a ameaça sobre as armas de destruição maciça na posse de Saddam Hussein.

Deliberadamente exagerada: não é demais enfatizar esta segunda conclusão. Quem tem idade para recordar a insistência com que George W. Bush e Tony Blair, secundados pelo então primeiro-ministro espanhol José Maria Aznar e por alguns aliados menores (Durão Barroso e outros) garantiram publicamente ao longo de meses que tinham visto provas da existência das ditas armas, não pode deixar de sentir a tristeza a regressar.

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