Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Administração da Caixa quer sair e pressiona solução até ao final do mês

  • 333

MUDANÇAS. José de Matos está de saída da Caixa Geral de Depósitos

Jose Carlos Carvalho

Apesar de a gestão da Caixa ainda estar dotada de plenos poderes, a verdade é que a atual situação de fragilidade do banco, à espera de luz verde para a recapitalização, exige uma administração que não esteja a prazo. Estará a CGD em risco de um vazio de gestão?

Meio ano depois de terminar o mandato, a administração da Caixa, liderada por José de Matos e Álvaro Nascimento, atirou a toalha ao chão. E há 15 dias enviou uma carta ao Ministério das Finanças com um pedido de renúncia de mandato. A 30 de julho, a atual administração, segundo a lei, pode abandonar funções, uma vez que o pedido de renúncia produz efeitos naquela data. O Expresso sabe que é vontade da gestão sair mesmo até esta data, embora dentro da administração se admita poder manter funções até ser nomeada a nova administração, para não criar um vazio na liderança do maior banco português.

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem atualmente quatro administradores executivos, após as saídas de Maria João Carioca (hoje presidente da Euronext Lisboa) e Nuno Fernandes Thomaz. José de Matos e Álvaro Nascimento, presidente executivo e não executivo, respetivamente, entendem que não há condições para, nas atuais circunstâncias, manter a Caixa com uma gestão condicionada. Apesar de ter plenos poderes, a atual gestão da Caixa está limitada na tomada de decisões estratégicas.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)