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Nadir aos olhos de Siza

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CHAVES. Junto ao rio Tâmega é inaugurado esta segunda-feira pelo P.R. o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, projetado por Álvaro Siza

lucília monteiro

O arquiteto que preferiu ser pintor tem a partir desta segunda-feira em Chaves um espaço dedicado à sua obra. O Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso põe a gloriosa beleza estética do edifício projetado por Álvaro Siza a celebrar um trabalho tão singular quanto pioneiro

Valdemar Cruz

Valdemar Cruz

Texto

Jornalista

Lucília Monteiro

Lucília Monteiro

Fotos

Fotojornalista

Ao fim da tarde desta segunda-feira há festa em Chaves. Embora com abertura ao público agendada apenas para a próxima sexta-feira, a partir das 20h30 de hoje é inaugurado o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso. Estará o Presidente da República, estarão muitos convidados, estarão admiradores da obra de Nadir, estarão os que saberão da sua existência, mas quase nada da importância do seu trabalho, estará gente surpreendida pela beleza do edifício concebido por Álvaro Siza Vieira. Talvez muitos dos presentes reparem num detalhe na aparência sem importância, mas que faz toda a diferença: a contagiante tranquilidade e harmonia do local, situado na margem direita do rio Tâmega.

Poucos saberão de um episódio ocorrido em 2002: o então presidente da Câmara Municipal de Chaves, João Batista, acertara com Nadir Afonso a constituição de uma fundação para acolher e divulgar a extensa obra de um artista que, com a sua cidade natal sempre no epicentro da sua existência, cedo partira para o mundo e criara amizades, cumplicidades, conexões, com os grandes pintores e arquitetos do seu tempo.

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