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Chumbos descem em todos os anos de ensino

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SUCESSO. Foi nos anos terminais do ensino básico e do ensino secundário (9º e 12º) que as taxas de retenção mais caíram em pontos percentuais

Marcos Borga

Últimos dados reportam ao ano letivo de 2014/15, revelam uma descida generalizada da retenção, mas também a persistência de problemas: logo aos 7/8 anos de idade chumbaram 9,3% das crianças. E o 7º é dos que mais dificuldades causam aos alunos. No secundário, há um recorde positivo. Ex-ministro Nuno Crato, que estava então no Ministério da Educação, e a atual equipa da 5 de Outubro comentam os dados

Isabel Leiria

Isabel Leiria

Texto

Jornalista

Jaime Figueiredo

Jaime Figueiredo

Infografia

Infográfico

Depois de três anos a subir na maioria dos anos de escolaridade, os chumbos voltaram a descer, revelam os dados mais recentes, relativos a 2014/15. E, desta vez, a queda deu-se em todos os níveis de ensino. No secundário, a taxa de retenção global ficou pela primeira vez abaixo dos 20% (18,3%). E nos três ciclos do ensino básico, há a destacar a melhoria acentuada no 9º ano: os 10,6% são também um recorde nas últimas duas décadas.

Outro dado positivo prende-se com as reprovações no final do 1º ciclo do ensino básico: apenas 2200 crianças ficaram retidas (dados para o continente) em 2015, o que equivale a uma inédita taxa de 2,25%.

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