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Berlim defende a UE como garante de paz e amortecedor da onda de choque provocada pelo 'Brexit'

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BYE BYE. Angela Merkel cruzou-se pela última vez com David Cameron durante um Conselho Europeu

OLIVER HOLSTER / EPA

A forma que virá a tomar o redesenho da Europa a 27 está por definir. O crescimento económico no grupo e a manutenção da livre circulação de capitais são pontos essenciais. Tal como uma política de asilo comum e o reforço das fronteiras externas, clama a Alemanha

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

No final do primeiro dia do Conselho Europeu (28/29 junho) que reuniu pela primeira (e última) vez os chefes de Estado e de governo dos 28 após o Reino Unido ter votado (23 junho) a sua saída da União Europeia ficou claro que não haverá qualquer tipo de negociações — oficiais ou oficiosas — até que Londres acione o mecanismo de saída.

Às suas declarações feitas em Bruxelas, a chanceler alemã acrescentou não haver ainda prazo anunciado para o acionar do artigo 50 do Tratado de Lisboa nem retorno para o processo. Negociações amigáveis com Londres e calma foram aconselhadas. Neste segundo ponto, Angela Merkel ficou isolada.

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