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A imperatriz romana do século XXI

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ANDREAS SOLARO / AFP / GETTY IMAGES

Veni, vidi, vici. A nova autarca de Roma tem pouca experiência política, é a primeira mulher e a mais jovem a exercer o cargo, mas mereceu o voto de 67,2% dos romanos. Tudo porque traz esperança a uma cidade que está farta de escândalos de corrupção, de sujidade e de violência - e para os portugueses que vivem na capital italiana, ela é “a pessoa por quem os romanos esperavam”

Se perguntarmos aos habitantes de Roma de que é que estão fartos, a resposta parece estar na ponta da língua: corrupção, desonestidade, classe política em geral. Mas desde a semana passada que os problemas que varreram a cidade eterna nos últimos anos parecem ter solução à vista, e essa solução é a primeira autarca no feminino - e a mais jovem de sempre - a ser eleita para governar Roma.

O perfil de Virginia Raggi, eleita recentemente presidente da Câmara de Roma, chama as atenções - uma advogada de 37 anos com apenas três de experiência no Conselho da Cidade, pertencente ao (cada vez menos) partido de protesto fundado pelo comediante Beppe Grillo, o movimento 5 Estrelas (M5S). Elsa Lourenço, portuguesa da mesma idade residente em Roma desde 2008, resume ao Expresso o que ela representa: “Uma ruptura com os partidos tradicionais, ruptura com o modo de fazer política e ruptura com os estereótipos da política masculinizada e ‘velha”’.

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