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Cavaleiro, comendador e agora também arguido. Quem é o diretor do Museu da Presidência?

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pedro nunes /lusa

Diogo Gaspar tem um currículo imaculado. Condecorado por dois presidentes da República, tornou-se coordenador do museu que existe no Palácio de Belém quando tinha 30 anos. Foi detido esta quinta-feira pela Polícia Judiciária

Era um exemplo público para os outros. Ainda há quatro meses, a 16 de fevereiro, tinha sido agraciado por Cavaco Silva, que lhe atribuiu o grau de cavaleiro da Ordem de Sant’iago da Espada, que é concedida a pessoas a quem o presidente da República reconhece mérito literário, científico e artístico.

Em 2006 fora a vez de Jorge Sampaio o distinguir com o grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique, por ter prestado serviços relevantes ao país, contribuindo para a valorização da História de Portugal. Ninguém poderia adivinhar que Diogo Gaspar pudesse vir a ser detido, como aconteceu esta quinta-feira, por suspeitas de ter praticado crimes de tráfico de influência, abuso de poder, peculato, participação económica em negócio e de, além disso tudo, ter falsificado um documento, na sequência de uma investigação.

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