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O que o ataque à Turquia nos diz: o Daesh está mais perigoso porque está a perder

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epa

O Daesh continua a atacar. E está a perder. O que o torna mais perigoso, imprevisível

A declaração, na semana passada, de que Fallujah foi finalmente libertada do jugo do Daesh veio com um sabor amargo. Apesar dos aplausos merecidos ao facto de o autoproclamado Estado Islâmico estar a perder território no Iraque — e de isso dar alento à futura tomada de Mossul, capital de facto do califado e última cidade iraquiana sob o seu controlo —, a perda de Fallujah não deverá ser aceite facilmente pelos radicais.

“Se eles perderem terreno ficarão enfraquecidos, mas estarão longe de estar acabados. A perda de território não quer dizer que eles vão desaparecer ou que o califado foi destronado”, referia na semana passada à AFP Matthew Henman, diretor do Centro Jane de Terrorismo e Insurgência do IHS. “Tem havido uma alteração notável na propaganda do grupo nas últimas seis semanas para preparar os seus apoiantes para esta perda de território.”

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