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Lisboa quer adaptar-se ao inesperado

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ADAPTAÇÃO. Lisboa é uma das 10 cidades que aderiu ao projeto “Cidades Resilientes” da OCDE

ANA BAIÃO

Diversificar a atividade económica da cidade e não apostar só no turismo, gerir os transportes públicos e apostar numa governação de proximidade são algumas das formas encontradas pelo município de Lisboa para reforçar a resiliência a fenómenos inesperados. O Expresso falou com o vereador João Afonso, que tutela os Direitos Sociais na Câmara de Lisboa, e que presidiu ao final da conferência sobre “Cidades Resilientes” de que Lisboa faz parte

Carla Tomás

Carla Tomás

Jornalista

A capital portuguesa, como outras cidades em Portugal e no mundo, tem enfrentado diversos choques. A crise financeira de 2008 levou a uma queda do PIB de Lisboa que chegou a 5,7% negativos em 2012. Tem-se acentuado o envelhecimento da população assim como a entrada e saída de residentes. E sobre a cidade continua a pairar o risco de ter de enfrentar desastres naturais como inundações ou terramotos.

E está Lisboa preparada para recuperar face a situações adversas, tendo por base os cenários já traçados e para os que ainda não se projetaram?

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