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A mensagem de Fátima na Rússia (e um ícone russo em Fátima)

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José Milhazes, um veterano correspondente que conheceu a União Soviética, assistiu ao seu fim e só voltou a Portugal há alguns anos, apresenta esta quarta-feira o seu livro “A mensagem de Fátima na Rússia”, no qual explora a relação entre o Estado e as duas grandes versões da religião cristã

Luís M. Faria

Jornalista

SÍMBOLO. Um ícone de Nossa Senhora de Fátima, pintado segundo os princípios canónicos ortodoxos e que se encontra num Templo Católico em São Petersburgo

SÍMBOLO. Um ícone de Nossa Senhora de Fátima, pintado segundo os princípios canónicos ortodoxos e que se encontra num Templo Católico em São Petersburgo

d.r.

“Eu tiro o som à televisão e fico a ver a Santa Rússia enquanto falo consigo”, diz José Milhazes ao telefone. O veterano jornalista encontrava-se a assistir à parte final do jogo entre a Rússia e a Eslováquia, no qual a primeira perdia por dois golos (o resultado final seria 1-2). “Estou com medo que saiam do estádio…”, disse, numa alusão às recentes batalhas campais com hooligans russos em França.

O Expresso contactou-o a propósito do seu livro “A Mensagem de Fátima na Rússia” (ed. Alêtheia), que está a ser lançado em Lisboa exatamente à hora de publicação do Expresso Diário. Conforme o título indica, é uma obra sobre a divulgação das aparições de Fátima e dos alegados segredos transmitidos por Nossa Senhora aos pastorinhos em 1917.