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Os fanáticos que sozinhos matam onde ninguém espera

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ATAQUES. O terrorista francês Larossi Abballa tinha uma lista de alvos a abater onde se encontravam algumas figuras conhecidas em França

Um francês e um norte-americano mataram nos últimos dias civis e polícias, em Paris e em Orlando. Não são caso único. Nos últimos anos, outros atacantes solitários fizeram vítimas em nome do Daesh e da Al-Qaeda em vários pontos do globo

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Larossi Abballa nasceu em França e nunca pôs os pés na Síria. Omar Mateen é filho de imigrantes afegãos mas vivia na Florida e que se saiba nunca esteve em campos de treino de grupos jiadistas no Médio Oriente. Isso não impediu os dois homens, de 25 e 29 anos, de cometer dois ataques, que mataram no total mais de 50 pessoas em dois dias, em Orlando e em Paris. Em ambos os casos agiram sozinhos e, aparentemente, por inspiração no Daesh mas sem o envolvimento logístico direto de qualquer tipo de grupo terrorista.

Chamam-lhes lobos solitários e nos últimos anos têm cometido dezenas de atentados em nome da Al-Qaeda e do Daesh, matando e ferindo centenas de pessoas. Os ataques mais mediáticos tiveram lugar no Museu Judaico em Bruxelas (Bélgica), no Lindt Chocolat Cafe de Sidney (Austrália), no coração de Otava (Canadá) ou na Califórnia e no Tennessee (EUA).

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