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A “formiguinha” portuguesa de nome impronunciável que manda no estádio do Portugal-Islândia

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A POSTOS. Cátia Relíquias Teresa

FOTO MARIANA CABRAL

O Euro a sério começa esta terça-feira. É dia de Portugal-IslândiaNão há quem atine com o nome dela, mas ela não se importa. Fala português, inglês e francês, mora na Suíça há seis anos, mas está em Saint-Étienne desde março a preparar tudo o que há a preparar para que o estádio Geoffroy-Guichard esteja perfeito para o Portugal-Islândia desta terça-feira e os outros três jogos que aí vão realizar-se. Mesmo que ela não possa vê-los

Mariana Cabral

Mariana Cabral

Texto

Jornalista

Tem de ser devagarinho para todos perceberem: Cá-ti-a Re-lí-qui-as Te-re-sa. Pronto. Não é assim tão difícil. Ou é? “Costuma ser assim: ‘What’s your name again? Rei-li-cui-az? Tei-rei-za? That’s weird. Where do you come from?’” [“Qual é o teu nome outra vez? Que estranho. De onde vens?”], imita a portuguesa Cátia Relíquias Teresa, entre gargalhadas. “Só sabem dizer Cátia. Por isso é que toda a gente me chama Cátia, só assim, não há apelido [risos]. Acham sempre o meu nome muito estranho, mas adoram, é um desbloqueador de conversa fantástico.”

Cátia mora na Suíça há seis anos, mas está em Saint-Étienne desde 31 de março a preparar o estádio Geoffroy-Guichard para os quatros jogos do Euro que a casa do AS Saint-Étienne irá acolher: Portugal-Islândia (1-1), República Checa-Croácia (17 de junho), Eslováquia-Inglaterra (20 de junho) e uma partida dos oitavos de final (25 de junho). “A minha posição é venue logistics coordinator. Em português, significa que sou coordenadora da logística de todo o estádio e das infraestruturas temporárias que estão à volta”, explica.