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Em Almaraz é maior o medo do desemprego que o de um desastre

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CENTRAL. A central nuclear de Almaraz, está localizada junto ao Tejo. A água deste rio ibérico serve para refrigerar os seus dois reatores, em funcionamento desde 1981 e 1983

tiago miranda

O Expresso esteve em Almaraz e faz um retrato da gente que diz ali dormir tranquila com o perigo de viver ao pé de uma central que já devia ter fechado. O maior medo é o de ficar sem trabalho

Carla Tomás

Carla Tomás

Texto

Jornalista

Tiago Miranda

Tiago Miranda

Fotos e imagem

Fotojornalista

João Roberto

João Roberto

Grafismo animado

Motion designer

A cinco horas de carro de Lisboa e a menos de duas da fronteira portuguesa, entrando por Castelo Branco, existe uma aldeia chamada Almaraz. Está localizada na província de Cáceres, na Estremadura espanhola, e o seu principal motor económico é uma central nuclear com 35 anos de vida e classificada como “uma bomba-relógio” por ambientalistas e ativistas portugueses e espanhóis.

O Expresso visitou este pueblo de 1600 habitantes em vésperas da manifestação antinuclear luso-espanhola, marcada para este sábado, em Cáceres. O objetivo da concentração é pressionar o Governo de Madrid a fechar a mais velha central nuclear ainda em funcionamento em Espanha, dada a sua “cultura de insegurança”.

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