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Ex-presidente da SAD do União de Leiria em greve de fome

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CRÍTICAS O empresário russo alega que os motivos da greve da fome não se prendem com a falta de condições no estabelecimento prisional mas com falhas na investigação

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Alexander Tolstikov e Sérgiu Renita, detidos nos calabouços da PJ há um mês no âmbito da ‘Operação Matrioskas’, queixam-se de terem sido presos sem provas. Protesto começou esta tarde, depois de recusarem o almoço

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Editor de Sociedade

Como forma de protesto”. Este é o título da carta escrita por Alexander Tolstikov, ex-presidente da SAD do União de Leiria e Sérgiu Renita, o seu assessor no clube, onde explicam os motivos de terem iniciado esta sexta-feira uma greve de fome nos calabouços da Polícia Judiciária (PJ), onde se encontram detidos preventivamente há um mês. O protesto, confirmado ao Expresso pelos serviços prisionais, teve início quando os dois homens recusaram o almoço que lhes foi servido.

O russo de 47 anos e o romeno de 38 alegam que os motivos da greve da fome não se prendem com a falta de condições no estabelecimento prisional onde se encontram mas com falhas na investigação, que consideram graves. Alexander Tolstikov e Sérgiu Renita são suspeitos de crimes de branqueamento, associação criminosa, fraude fiscal e falsificação de documentos, no âmbito da ‘Operação Matrioskas’. “Prenderam-nos para não provarmos o erro do Ministério Público”, alegam os dois homens, que faziam parte do clube de Leiria desde 2014, numa altura em que este havia caído em desgraça financeira e desportiva.

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