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Morte do soldado português da milícia curda deveu-se afinal a “um acidente de trânsito”

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MORTE. O jovem militar de Portalegre era o único português nas fileiras do YPG

Mário Nunes não terá cometido suicídio nem foi abatido pelo Daesh. Milícia peshmerga garante que a morte do voluntário se deveu a um acidente de trânsito, mas não revela mais detalhes

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

O militar português de 22 anos que em fevereiro do ano passado desertou da base aérea n.º 11 de Beja, viajando incógnito para a Síria, morreu no norte daquele país há um mês. A notícia tinha sido confirmada pela família em Portugal no início da semana mas as causas da morte de Mário Nunes permaneciam nebulosas. Até ontem.

A milícia peshmerga YPG (Yekineyen Parastina Gel, ou Unidades de Proteção Popular), na qual o português se alistou para ajudar a combater no terreno o grupo terrorista Daesh, divulgou um comunicado em que explica que o jovem perdeu a vida a 3 de maio num acidente de viação em Tel Temir, povoação localizada no norte da Síria. Aquela zona tem sido palco de batalhas intensas entre forças curdas e jiadistas. Contactado pelo Expresso, um responsável do YPG confirma a versão oficial do acidente mas não avança pormenores.

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