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Eutanásia, drogas leves e prostituição no Congresso do PS... mas pouco

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JUVENTUDE João Torres, líder da JS, vai defender a legalização da prostituição FOTO ALBERTO FRIAS

ALBERTO FRIAS

Propostas fraturantes do PS reduzidas a quatro minutos, congressistas vão tirar senha para falar e Costa será aclamado tendo como grande opositor Francisco Assis. Eis o congresso que começa amanhã

José Pedro Mozos

No congresso do PS, que arranca amanhã em Lisboa, vão estar em debate temas fraturantes como a legalização das drogas e da eutanásia ou a regulamentação da prostituição. Os assuntos são polémicos e convidam à discussão mas o PS decidiu só dar menos de 5 minutos a cada uma das moções setoriais - será portanto uma discussão bem rápida.

A moção "Eutanásia: Um debate sobre a vida" tem como objetivo criar um debate sobre a morte medicamente assistida e sobre a eutanásia. No documento assinado por Maria Antónia de Almeida Santos e Isabel Moreira, pode ler-se que o debate deve ter como fim a "despenalização da morte assistida e a legalização da eutanásia em Portugal". Para as subscritoras, não existem razões para impedir o "aprofundamento do debate e a adoção das medidas legislativas adequadas" para que se possa "dar mais um passo na garantia do principio da autonomia individual e na afirmação dos direitos dos doentes em fase de fim de vida".

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