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Pecados capitais

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Cinco meses depois do colapso do Banco Internacional do Funchal (Banif), revelamos o que permanecia oculto entre guerras familiares, processos judiciais e complexas operações financeiras, depois de termos seguido o passo de quem assumiu cargos de gestão e de quem admite a manipulação de resultados. O afundamento do banco da Madeira é contado a partir desta terça-feira na SIC, numa série de três episódios

Pedro Coelho/SIC

Horácio Roque e Fátima Roque no 5º aniversário da SIC

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A história repete-se. Com protagonistas diferentes mas ingredientes comuns. É a quarta vez que vemos e ouvimos o estrondo de um banco a ruir. Sem solução ensaiada. Como se fosse a primeira vez.

A implosão do Banif arrastou 3 mil milhões de euros dos contribuintes. Já tinham sido aplicados 3,9 mil milhões ao fundo de resolução para aguentar o BES; somam-se mais de 5 mil milhões de perdas no caso BPN; e 450 milhões no BPP.

Entre 2007 e 2014 os portugueses deram mais de 13 mil milhões de euros para salvar bancos. Ou seja, mais de 7% do PIB.

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