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Missão espacial Euclid reúne 400 cientistas em Lisboa

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FUTURO. Antevisão artística do satélite espacial Euclid, que vai ser lançado em 2020 e conta com forte participação portuguesa

FOTO ESA/C. Carreau

Detetar dois mil milhões de galáxias para mapear a distribuição da matéria escura no Universo, é o objetivo do satélite europeu Euclid

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

Redator Principal

Alguns dos maiores nomes mundiais da astrofísica e da cosmologia reúnem-se no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa a partir de amanhã, terça-feira, para fazer o ponto de situação da missão espacial Euclid. A missão irá lançar em 2020 um satélite do mesmo nome para detetar cerca de dois mil milhões de galáxias, que servirão para mapear a distribuição da matéria escura no Universo.

O satélite Euclid, da Agência Espacial Europeia (ESA), “irá realizar um levantamento de 40% do céu com detalhe sem precedentes”, salienta um comunicado do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), que coordena a participação de Portugal no consórcio internacional da missão, onde estão envolvidos 14 países.

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