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Os 200 homens que páram o país

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Agressivos e corporativos ou solidários e acossados? Admirados ou odiados, quando os estivadores entram em greve levam as empresas privadas e o Governo ao limite da paciência. Afinal, quem são e o que pensam? Uma pergunta a que se tentou dar resposta nesta reportagem publicada pela Revista do Expresso de 24 de novembro de 2012 e que aqui republicamos (seguida de um texto que faz o ponto da situação na atualidade)

Manifestação. No dia 14 [de novembro de 2012], os estivadores estiveram na assembleia, mas os excessos foram controlados para não manchar mais a imagem do sector

Manifestação. No dia 14 [de novembro de 2012], os estivadores estiveram na assembleia, mas os excessos foram controlados para não manchar mais a imagem do sector

tiago miranda

A corda vai partir, mas não sei quem é o elo mais fraco." A frase de João Alcácer, 48 anos, estivador em Lisboa há 20 anos, soa a ameaça. Uma das caras da luta desta categoria profissional, tem um rosto marcado, que não esconde a consciência do momento pesado que o país vive. Mas que revela também a pertença a um grupo de gente dura, acostumada a resistir.

Na próxima semana, os estivadores terão de enfrentar uma prova de fogo: a lei sobre o regime de funcionamento do trabalho portuário, que motivou a greve iniciada há três meses, será votada na quinta-feira na Assembleia da República. O Governo trabalha em contrarrelógio para tentar alcançar o apoio, ou pelo menos a não objeção do Partido Socialista.

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