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Morte em ensaio clínico: Bial faz novos estudos para contestar acusações de França

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ANTÓNIO PORTELA O presidente executivo da Bial enfrenta um dos processos mais delicados da história da empresa

Rui Duarte Silva

A ministra francesa da Saúde, Marisol Touraine, imputou à Bial e à Biotrial responsabilidades no ensaio clínico de Rennes em que um voluntário morreu. A farmacêutica portuguesa defende-se. Diz que não há uma correlação entre a sua molécula e a morte em Rennes. E promete estudos adicionais, incluindo a comparação com outros fármacos já testados em humanos

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

São três as acusações que as autoridades francesas lançam sobre a Bial na investigação sobre os ensaios clínicos de Rennes: insuficientes precauções na dosagem da molécula, atraso no reporte dos incidentes à autoridade sanitária e dever de desenvolvimento de investigações sobre efeitos indesejados graves. Em resposta, a farmacêutica portuguesa assegura que vai desenvolver novos estudos sobre o tema.

Em sede de contraditório na investigação desenvolvida pela IGAS - Inspeção-Geral dos Assuntos Sociais, a Bial endereçou às autoridades francesas a sua versão do que aconteceu nos polémicos ensaios em Rennes em que um dos participantes acabou por morrer. No relatório que a IGAS agora publicou, a Bial deixa a promessa de que vai investigar a fundo este dossiê.

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