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O que é que acontece nos festivais que os miúdos não contam aos pais?

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DESPOJOS. Geralmente, depois dos concertos é este o cenário, com centenas de copos de plástico espalhados pelo chão

nuno fox

Para lá do divertimento de quem assiste e dos milhões que movimentam, os festivais de música também têm um lado B, ligado à velha expressão “Sexo, drogas e rock'n'roll”, que existe desde que o rock apareceu. É uma reportagem sobre esse lado B que apresentamos nesta edição, na republicação de um texto publicado originalmente na revista do Expresso de 14 de julho de 2012

Grandes concentrações de pessoas levam sempre a grandes excessos. Por uma questão matemática de probabilística ou de psicologia de massas, "coisas" acontecem, nomeadamente em ambiente de festa. Desde os tempos do mítico festival de Woodstock, em 1969, que "sexo, drogas e rock'n'roll" são garantidos nos festivais de música. Mas afinal, qual é a realidade portuguesa? O que acontece nos nossos festivais?

Não há forma de saber se Nuno, 23 anos, morador em Lisboa, é a regra ou a exceção. A fazer planos de ingressar em Engenharia, depois de um curso de Robótica, Nuno é um rapaz "normal", da classe média, que frequenta festivais de música desde os 14 anos. Já lá vão "36 festivais", entre Optimus Alive, Super Bock Super Rock, Sudoeste TMN, Marés Vivas, Paredes de Coura e Festival de Músicas do Mundo, em Sines. É sem pejo que afirma: "90% das pessoas nos festivais estão bêbedas ou drogadas."

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