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Tsipras capitulou e refundou um cenário negro e imprevisível (pelo menos até ao próximo Eurogrupo)

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reuters

O Eurogrupo recebeu bem, esta segunda-feira, o novo pacote de austeridade apresentado na véspera pelo Governo do Syriza. Fica assim aberto o caminho para um alívio parcial da dívida grega, tendo agora Atenas de colocar o plano em prática. O próximo capítulo da odisseia grega já tem data marcada: 24 de maio, dia de nova reunião dos ministros das Finanças da zona euro

Depois de ser eleito (e reeleito) sob a promessa de não aplicar mais austeridade na Grécia, opondo-se fortemente aos sucessivos memorandos de entendimento com os credores internacionais pactuados pelos socialistas do PASOK e pelos conservadores do Nova Democracia, Alexis Tsipras, o primeiro-ministro grego, foi obrigado a ceder e anunciou no domingo novos cortes na despesa pública, no valor de 5,4 mil milhões de euros, com impacto direto nas pensões e no sistema fiscal, para garantir o cumprimento dos requisitos impostos por Bruxelas para um eventual alívio da dívida.

No fundo, explica ao Expresso Chrisanthos Tassis, da Universidade de Peloponeso, “a nova lei de reforma do sistema de segurança social do Syriza é semelhante à que o PASOK aprovou em 2010 mas prevê um aumento ainda maior da carga fiscal sobre a maioria dos gregos”.

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