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O maravilhoso disco preguiçoso dos Radiohead

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Cinco anos depois de “King of Limbs”, os Radiohead continuam a ser os Radiohead: caprichosos, obcecados. E o mundo continua a ser o mundo: parou novamente por eles como parou outrora. É que mal o disco novo saiu, este domingo, não se falava noutra coisa: uns protestavam (“porque é que isto não está no Spotify?” tornou-se trending no Twitter), outros usufruíam. “A Moon Shaped Pool” está aí e é um maravilhoso disco preguiçoso (sete das 11 canções já eram conhecidas, mas agora renascem com arranjos novos). E diz-se que isto é a despedida deles, que é o último disco dos Radiohead. Que acaba com uma das canções mais tristes de sempre

Nenhum dos membros dos Radiohead se pronunciou até agora sobre o novo álbum da banda, revelado aos fãs por entre muitas pistas numa espécie de caça ao tesouro virtual. Quando as 11 faixas de “A Moon Shaped Pool” foram disponibilizadas online, exatamente às 19h deste domingo, os fãs já tinham sido provocados com folhetos que lhes chegaram às caixas de correio contendo alguns versos do primeiro single, “Burn the Witch”, e com alguns segundos do respectivo videoclip, que mostravam o boneco de um passarinho a chilrear.

Se é verdade que Thom Yorke e companhia ainda não disseram nada sobre o seu nono álbum, para compreender o primeiro vídeo - e encontrar respostas que nos expliquem as restantes canções - podemos prestar atenção às palavras de quem já falou: Virpi Kettu, responsável pela animação de “Burn the Witch”, diz que o vídeo foi feito à pressa, em duas semanas, com a intenção de mostrar uma energia mais feliz do que a que pauta o resto do álbum (e isto diz-nos tanto sobre ele).

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