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Apesar das críticas, todos querem estar nos rankings

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JAN SADLAK. Presidente do Observatório para os Rankings Académicos e Excelência (IREG) reconhece as limitações destas ordenações, mas acredita que dão uma ideia das forças e fraquezas de cada instituição. Lisboa foi o local escolhido para a conferência anual deste organismo

MARCOS BORGA

Num sector cada vez mais competitivo e internacional, as universidades usam os rankings para mostrar ao mundo o seu sucesso. Há quem diga que estão muito longe de medir a qualidade do ensino, mas não há ninguém que não olhe para eles. Instituições de ensino, alunos, empregadores e até governos

Como numa contratação milionária de futebol, a saída de Jean-Lou Chameau da presidência do muito prestigiado California Institute of Technology, em 2013, para a novíssima Universidade de Ciências e Tecnologia Rei Abdullah, na Arábia Saudita, foi noticiada nos principais jornais norte-americanos e do sector. O valor da transferência não foi divulgado na altura, mas terá sido avultado o suficiente para convencer Chameau a deixar o reputadíssimo Caltech pela instituição que tinha então seis anos de vida, mas muitos rial sauditas para gastar. Mais do que as milionárias instituições americanas de topo.

Serve esta história para mostrar como o mercado do ensino superior, pelo menos ao nível mais alto, se tornou numa aguerrida competição global, em que as maiores instituições, as mais prestigiadas ou as mais folgadas em termos financeiros lutam pelos melhores professores, pelos alunos mais talentosos, pelas parcerias capazes de gerar o maior reconhecimento e atrair investimento.

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