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“Boas-vindas, De Sousa, nós estamos bem de saúde” (na verdade, nem por isso...)

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Guerra, dívida, conflito com os credores, crise económica, seca... A agenda do primeiro dia da visita de Estado de Marcelo a Moçambique mostrou um país a precisar de ajuda. Mas que recebe em festa e canta afinado. “Os amigos são para as ocasiões”, promete o PR português

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Reportagem em Maputo

Jornalista da secção Política

Boas-vindas, De Sousa, boas-vindas De Sousa / à chegada a Moçambique / Como está em Portugal, como está em Portugal? / Nós estamos bem de saúde.” O grupo de mulheres, umas 30 ao todo, ia ensaiando o cântico com aquela harmonização que só as vozes africanas conseguem, e um ritmo e alegria que fazem qualquer um sentir-se bem-vindo. Eram só um dos muitos grupos diferentes (o Expresso contou 22, mas podiam ser mais, somando centenas de pessoas) que esperavam o chefe do Estado português na Praça dos Heróis Moçambicanos, com bandeirinhas dos dois países.

É um clássico das visitas de Estado a Moçambique: a deposição de uma coroa de flores no monumento aos que morreram na luta pela independência transforma-se sempre numa festa, com canto, dança, batuques e cor que nunca mais acaba. Foi também assim esta quarta-feira de manhã com Marcelo, o “De Sousa” da canção.

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