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A luta não pára. Mas está mais suave

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1ºDE MAIO. Celebração do dia do Trabalhador, em Lisboa

MÁRIO CRUZ / LUSA

Os slogans suavizaram-se, mas as reivindicações prosseguem. E para não deixar dúvidas de que a luta continua, a CGTP até já fez o pré-aviso: de 16 a 20 de maio, os trabalhadores vão (continuar a) protestar

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

Bem pode António Costa garantir aos trabalhadores que “o modelo de salários baixos e precariedade laboral está morto e tem de ser enterrado”. Pelo sim pelo não, e embora reconheça que há esperança em que alguma coisa mude (para melhor) com este Governo, a CGTP já deixou o pré-aviso: de 16 a 20 de maio, os trabalhadores vão protestar, sob várias formas (greves, concentrações, manifestações). Porque continua a haver motivos para isso ou porque, pronunciado em tom de slogan: “Temos voto na matéria, queremos mudança séria”.

O caderno de encargos da central sindical é imenso. Desde as 35 horas para a função pública (uma promessa assumida por António Costa no acordo com as esquerdas e que o primeiro-ministro continua a assegurar que é para entrar em vigor a 1 de julho, embora o processo legislativo na Assembleia da República esteja longe de adiantado), à extinção da caducidade dos contratos coletivos de trabalho, passando pelo aumento dos salários mas também pelo descongelamento das carreiras.

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