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Cinco horas dentro de um táxi antiUber

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Trânsito caótico, escaramuças, palavras de ordem e buzinadelas. O dia mais longo em que os táxis viajaram a dez à hora, em Lisboa, no Porto e em Faro. Vimos a manifestação por dentro - estivemos dentro de um táxi durante cinco horas

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  • Pouco me interessa se se chama UBER ou Rádio Táxis. Quero apenas que quem transporta passageiros e recebe por isso tenha alvará, que os motoristas tenham formação própria, que os preços estejam predefinidos, que paguem todos as mesmas taxas e seguros e que a todos se imponham as mesmas regras laborais e fiscais. Quem queira entrar no mesmo jogo com regras diferentes está a fazer batota. Ainda mais num sector que, mal ou bem, é fortemente regulado. Não é por simpatia para com os taxistas ou os empresários de táxi que dou razão aos que se manifestaram hoje. É porque defendo uma sociedade e uma economia com regras, onde a concorrência é leal, há leis de mercado e de trabalho. Defendo, no fundo, a civilização que construímos. Não é por uma coisa ser nova que é um avanço. A UBER é, como todas as novas formas de economia informal que contornam a regulação, um recuo civilizacional que os países economicamente mais subdesenvolvidos conhecem, sem precisarem das novas tecnologias, muitíssimo bem. Com tudo mais limpinho, é para aí que estamos a caminhar

  • Rui Moreira reuniu-se com taxistas durante uma hora

    José Monteiro, vice-presidente da Antral, afirma que o presidente da Câmara do Porto está preocupado com a quebra de serviço dos taxistas na cidade. Protesto anti-Uber levou às ruas da Invicta cerca de 700 profissionais do sector