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A receita mágica de Centeno para cumprir o défice

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Programa de Estabilidade para 2016-2020 foi aprovado esta quinta-feira em conselho de ministros. Em conferência de imprensa, Mário Centeno só disse as coisas boas - o que não vai cortar, o que não vai aumentar. O que sobra? É isso que o Expresso analisa

MINISTRO Centeno explicou esta quinta-feira em conferência de imprensa alguns detalhes sobre o Programa de Estabilidade e o Programa Nacional de Reforma

MINISTRO Centeno explicou esta quinta-feira em conferência de imprensa alguns detalhes sobre o Programa de Estabilidade e o Programa Nacional de Reforma

TIAGO PETINGA / LUSA

Nem cortes salariais ou de pensões, nem aumentos do IVA nem dos impostos diretos sobre os rendimentos do trabalho e das empresas. Estes são os ingredientes que não constam da receita de Mário Centeno para reduzir o défice de 2,2% em 2016 para 1,4% do PIB em 2017, a meta antecipada pelos jornais nos últimos dias.

O que sobra então para compensar não só estas linhas vermelhas impostas pelos acordos com os parceiros políticos à esquerda, mas também outras promessas eleitorais que aumentam as despesas e diminuem as receitas, desde a redução do IVA da restauração, a eliminação completa da sobretaxa do IRS, a reposição salarial completa da função pública em 2017, a implementação de um complemento salarial para os trabalhadores de baixos salários em 2018 ou a margem orçamental para reintroduzir incentivos à produtividade do emprego público em 2018 (como as progressões nas carreiras, até agora congeladas)?

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