Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Governo não corta número de vagas a Medicina

  • 333

ANTÓNIO PEDRO FERREIRA

Bastonário da Ordem dos Médicos queria que houvesse uma redução na formação dos futuros médicos, pediu uma audiência ao ministro, mas ficou sem resposta

O ministro da Ciência e do Ensino Superior, Manuel Heitor, já tinha dito que não contassem com ele para reduzir o número de vagas nos cursos superiores de Medicina e o aviso confirma-se. A proposta de despacho com as regras para a abertura de lugares no concurso nacional de acesso para o próximo ano letivo já chegou aos responsáveis das instituições e, no essencial, são mantidos os mesmos princípios. Entre eles está a orientação específica para as universidades “assegurarem a manutenção do número de vagas fixado para o ano letivo de 2015/2016”, lê-se no documento a que o Expresso teve acesso.

No presente ano letivo, foram abertas 1517 vagas só no concurso nacional para os mestrados integrados que funcionam em Lisboa, Porto, Coimbra, Minho, Beira Interior e ainda nos ciclos básicos de Medicina nos Açores e Madeira. A estas podem juntar-se mais lugares no âmbito do concurso especial de acesso a Medicina para pessoas que já têm uma licenciatura.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)

  • PS quer que todas as propinas sejam pagas a prestações

    O projecto de lei do PS que deu entrada na Assembleia da República, prevê duas alterações à Lei de Bases de Financiamento do Ensino Superior: o pagamento feito por alunos que recebem bolsa de ação social comece a ser feito após o início efectivo do pagamento das bolsas; todas as universidades cobrem as propinas em, pelo menos, sete prestações

  • Governo recua na cativação de verbas das universidades e politécnicos

    No despacho, assinado na quarta-feira, o secretário de Estado do Orçamento é autorizada "a utilização das dotações sujeitas a utilização condicionada (...) sempre que se trate de despesa financiada por receitas próprias, no caso de instituições de ensino superior, nelas se incluindo as transferências de receitas gerais da Fundação para a Ciência e Tecnologia inscritas nos orçamentos destas entidades"