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Maria Luís: Governo não se devia ter metido no BPI

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marcos borga

Vice-presidente do PSD e ex-ministra das Finanças é cautelosa na primeira reação ao falhanço das negociações entre o BPI e Isabel dos Santos. E reitera a posição que Passos já tinha dado conta há umas semanas: “O Governo não deve envolver-se em negociações entre accionistas privados”

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

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Jornalista da secção Política

Maria Luís Albuquerque desconhece as razões para o falhanço das negociações entre o BPI e Isabel dos Santos. Pelo que prefere não comentar. Contactada pelo Expresso, limita-se a reiterar a posição oficial do PSD sobre esta matéria - de que Passos Coelho deu conta, há umas semanas, quando foi público que António Costa tinha recebido a empresária angolana: “O Governo não deve envolver-se em negociações entre acionistas privados, porque pode ter de intervir mais tarde [no processo] e a sua posição fica fragilizada”, explica a vice-presidente do PSD.

A ex-ministra das Finanças também não quis comentar o diploma de desblindagem de estatutos da banca, aprovado na última quinta-feira em Conselho de Ministros e promulgado esta segunda-feira pelo Presidente da República, e que de alguma forma explica a OPA lançada já esta segunda-feira de manhã pelos espanhóis do Caixabank sobre o BPI. Maria Luís Albuquerque invoca, mais uma vez, o facto de desconhecer o conteúdo da lei e de haver “várias maneiras de redigir a break-through rule” para não se pronunciar sobre a solução encontrada pelo Governo.

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