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Dois em cada três portugueses acreditam que o Governo está para durar

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Tiago Pereira Santos

A “geringonça” convenceu 65% dos inquiridos do barómetro Expresso / SIC / Eurosondagem: a maioria acredita que o Governo tem capacidade para aguentar toda a legislatura. Sondagem revela ainda que Centeno é ilibidado no caso Banif e que Costa fez bem em reunir-se com Isabel dos Santos. E uma maioria esmagadora pede ao Governo para lutar pelo fim das offshore

Ao contrário do que se vislumbrava em dezembro último, altura em que menos de metade dos portugueses (40%) achava que o Governo de António Costa ia durar toda a legislatura, o barómetro Expresso / SIC / Eurosondagem deste mês revela que passaram a ser muitos mais (65%) os que acreditam na durabilidade do Executivo do que aqueles que, três meses depois, ainda lhe auguram poucos meses de vida (22%).

Ou seja, a “geringonça” formada pelo PS com o apoio do BE e do PCP não só convenceu boa parte dos 39% que no final do ano passado não acreditavam no seu futuro a longo prazo, como conquistou a confiança de quase 7% dos que na altura disseram que não sabiam ou não responderam.

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Ficha Técnica

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 7 a 13 de ABRIL de 2016. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (20,5%) — A.M. do Porto (14,4%); Centro (28,3%) — A.M. de Lisboa (27%) e Sul (9,8%), num total de 1026 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1237 tentativas de entrevistas e, destas, 211 (17,1%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma resultou, em termos de sexo: feminino — 50,3%; masculino — 32,2% e no que concerne à faixa etária dos 18 aos 30 anos — 17,5%; dos 31 aos 59 — 52,4%; com 60 anos ou mais — 30,9%. O erro máximo da amostra é de 3,06%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.