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Fidelização nas operadoras: tanto barulho para quê?

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FIDELIZAÇÕES. Operadoras podem continuar a prender os clientes até dois anos

ILUSTRAÇÕES TIAGO PEREIRA SANTOS com FREEPIK

Os pacotes de “televisão+net+voz” vão manter prazos de fidelização de 24 meses, mas quem quiser contratos por menos tempo poderá fazê-los, desde que “não se importe de pagar mais caro”. Assim decidiu a comissão parlamentar de Economia, esta quarta-feira, depois de meses em que esteve em cima da mesa a hipótese de cortar o prazo máximo para 12 meses - era o que o Bloco queria e o que o PS e PSD não deixaram. Presidente da comissão parlamentar ficou surpreendido

Carla Tomás

Carla Tomás

Texto

Jornalista

Tiago Pereira Santos

Tiago Pereira Santos

Ilustrações (com FREEPIK)

Dois anos de fidelização vão continuar a poder constar dos contratos das operadoras que fornecem os serviços triplos de televisão, internet e telefone caseiros, a cujo pacote se acrescenta por vezes o telemóvel. Mas aos clientes vai ser dada a hipótese de optarem por ofertas por um ano, seis meses ou mesmo sem prazo, desde que para isso estejam dispostos a pagar mais.

Este é o consenso a que chegou a comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, esta quarta-feira, após sucessivos adiamentos da votação das propostas de alteração da lei das comunicações eletrónicas em discussão desde novembro. Podemos por isso inspirar-nos no título da peça de Shakespeare e perguntar porquê tanto barulho por (quase nada)? Até o deputado do CDS Helder Amaral, que preside à comissão de Economia, disse ao Expresso estar “surpreendido” com o resultado final.

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