Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Como o Google virou Vilarinho contra a Mossack Fonseca

  • 333

OFFSHORE. Aqui está Manuel Vilarinho, ‘dono’ da Soyland LCC

Pesquisas na Internet levantaram dúvidas sobre Manuel Vilarinho. Correio eletrónico mostra conversa para esclarecimentos. “Há muito tempo (mais de 66 anos) que os meus bens são todos BRANCOS e não NEGROS”, diz Vilarinho

TEXTO MICAEL PEREIRA (EXPRESSO) e RUI ARAÚJO (TVI), do ICIJ (Consórcio Internacional dos Jornalistas de Investigação), com PEDRO CANDEIAS (EXPRESSO)

Podem tirar-se cinco conclusões dos documentos que constam nos “Panama Papers”, que o Expresso e a TVI obtiveram no âmbito do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ), com o nome de Manuel Vilarinho.

A primeira. O ex-presidente do Benfica quis, como o próprio assumiu ao ICIJ no passado sábado, abrir uma offshore através da Mossack Fonseca, usando uma empresa fachada do estado do Nevada (a Gairns), nos EUA, que facilitava a coisa. Vilarinho procurava evitar a penhora de bens e proteger o património após um “problema grave” que teve com o BES. A offshore chamava-se Soyland LLC.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso)

  • Os documentos que provam a ligação de Ilídio Pinho a offshores

    Os Panama Papers mostram que Ilídio Pinho teve o seu nome nas Ilhas Virgens Britânicas, representada por uma outra entidade do Panamá, com uma conta associada no UBS do Luxemburgo. Uma fatura de 2007 indicia que a IPC Management Inc e a Fundação Ilídio Pinho seriam a mesma entidade. Na sexta-feira, Ilídio Pinho tinha negado a ligação às offshores

  • Uma introdução à maior fuga de informação de sempre

    Mais de 300 jornalistas examinaram meticulosamente milhões de dados pertencentes à sociedade de advogados Mossack Fonseca para expor uma lista alarmante de clientes envolvidos em subornos, tráfico de armas, evasão fiscal, fraude financeira e tráfico de droga. Trata-se da maior fuga de informação da história - os Panama Papers, que mostram como uma indústria global de sociedades de advogados, empresas fiduciárias e grandes bancos vendem o segredo financeiro a políticos, burlões e traficantes de droga, bem como a multimilionários, celebridades e estrelas do desporto. A investigação é do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, de que o Expresso é parceiro

  • Sede da Mossack Fonseca no Panamá alvo de buscas

    Operação decorreu na Cidade do Panamá “sem incidentes nem interferências”, um dia depois de uma equipa do departamento de Propriedade Intelectual e Segurança Informática ter inspecionado o servidor da sociedade de advogados