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“Um poeta não é forçosamente um mau gestor”

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Luís Filipe Castro Mendes, até agora embaixador de Portugal no Conselho da Europa, toma posse esta quinta-feira como novo ministro da Cultura, substituíndo João Soares, que se demitiu depois de ter ameaçado dois cronistas do “Público” com “salutares bofetadas”. Em entrevista ao Expresso, Castro Mendes diz que quer “ouvir muitas pessoas” e “estudar os dossiês”, “rapidamente e sem delongas”, para que possa “fazer alguma coisa”

JOSé SENA GOULão/lusa

“Eu próprio sou um dos expectantes, eu próprio sinto desejo que aconteça algo”, diz Luís Filipe Castro Mendes da expectativa criada com a sua designação para novo ministro da Cultura.

Vontade, adianta o diplomata, não lhe falta, mas ao aceitar o cargo está também ciente dos constrangimentos financeiros de um ministério que nos últimos vinte anos mudou de ministro mais de dez vezes. “Eu compreendo que todos os meus antecessores quiseram fazer coisas e que todos os meus antecessores, naturalmente, encontraram a barreira da realidade, das limitações orçamentais, mas não só”, reconhece.

Castro Mendes quer, numa primeira fase, compreender o funcionamento do Ministério. Diz que vai “ouvir muitas pessoas” e “estudar os dossiês” antes de falar sobre o rumo a dar à Cultura. Vai fazê-lo “rapidamente e sem delongas”, sempre tendo em mente que a “política é a arte do possível”.

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