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Contestação a Lacerda Machado aumenta

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PCP e BE apertam o cerco a Lacerda Machado. Tema irá contaminar debate quinzenal desta sexta-feira

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

luís coelho

BE e PCP juntaram-se ao coro de críticas à colaboração de Diogo Lacerda Machado com o Governo, a título de assessor do primeiro-ministro - primeiro de forma gratuita e agora com um contrato que foi anunciado mas que ainda não existe.

O PCP entende que “o Governo deve dar todos os esclarecimentos” sobre a intervenção de Diogo Lacerda Machado em negócios que envolvem o Estado português, declarou o líder parlamentar ao terceiro dia da polémica - que rebentou no domingo quando o primeiro-ministro assumiu em entrevista ao DN/TSF que o advogado já representou o Estado em três negociações sem ter qualquer vínculo contratual, mas que isso ia mudar apesar de achar que era “dinheiro mal gasto”, pois Lacerda Machado continuava disponível para ajudar de forma gratuita.

“Entendemos que o Governo deve dar todos os esclarecimentos relativamente a essa contratação, sem perder de vista o que é central”, designadamente a proteção do “interesse público” acima de tudo, “nas intervenções do Governo nos negócios do Estado”, declarou esta terça-feira de tarde o líder parlamentar do PCP, João Oliveira, no encerramento das jornadas parlamentares do partido, em Trás-os-Montes.

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