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O acórdão da justiça portuguesa que vai mudar a vida a ex-agente da CIA

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TRIBUNAIS. Sabrina de Sousa tem 59 anos, nasceu em Goa, na Índia, e tem dupla nacionalidade, norte-americana e portuguesa. Vive com o marido na zona histórica de Lisboa

ana baião

Sabrina de Sousa foi condenada em Itália pelo envolvimento no rapto do radical islâmico egípcio Abu Omar em 2003. Tem quatro anos de prisão para cumprir, vai ser extraditada para Itália mas pode optar por cumprir a sentença em Portugal

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Editor de Sociedade

Sabrina de Sousa, a ex-agente da CIA condenada à revelia em Itália pelo rapto do imã egípcio Abu Omar em 2003, em Milão, garantiu não ter estado envolvida no caso. “Quando isso aconteceu eu estava longe, a fazer esqui com a minha família”, disse ao Expresso em outubro do ano passado. Há um ano que a luso-americana mora em Lisboa enquanto disputa um braço de ferro com a Justiça portuguesa, que caminha agora para o fim.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou esta segunda-feira a decisão da Relação de Lisboa, recusando o recurso de Sabrina de Sousa, que se opunha a ser extraditada para Itália, cumprindo em Portugal a restante pena de prisão de quatro anos. A defesa já recorreu entretanto para o Constitucional, alegando que “não há uma garantia que as autoridades italianas permitam um segundo julgamento ou um recurso, o que é contrário ao nosso Direito”.

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