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Entrevistámos Jane Fonda (que simpatia): “Só a partir do 3º marido é que vivi como deve ser”

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joão santos duarte

Atriz de sucesso, guru do exercício físico, ativista política e exemplo para muitas mulheres, durante a maior parte da sua vida a lenda de Hollywood pediu desculpa por ser quem é e perdeu tempo com casamentos que a diminuíam. Agora conta ao Expresso como se tornou feminista e percebeu que merecia tanto respeito - e dinheiro - como os colegas homens

Mariana Lima Cunha

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Jornalista

João Santos Duarte

João Santos Duarte

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Há qualquer coisa em Jane Fonda que nos faz sentir demasiado pequenos e insignificantes quando nos aproximamos dela, como se nos encontrássemos num plano inferior e não pudéssemos chegar a compreendê-la. Quem a vê de fora, perfeitamente maquilhada, vestida de branco da cabeça aos pés, uma espécie de anjo imponente, imagina uma mulher segura do que vale e do que é. Mas Jane Fonda nem sempre foi a lenda do grande ecrã, a ativista política, a embaixadora das mulheres que conhecemos, e foi essa história - a mais difícil de imaginar - que ela contou em entrevista ao Expresso nesta quinta-feira.

"Quando fiz 60 anos e entrei no terceiro e final ato da minha vida, quis tornar-me uma mulher completa e com voz própria", escreveu recentemente na newsletter Lenny Letter, liderada por Lena Dunham, que é atriz, realizadora e feminista convicta. É difícil imaginar que uma mulher com o poder dela alguma vez tenha perdido a sua voz, mas durante a maior parte da sua vida foi o que aconteceu, conta ao Expresso: "Quando somos meninas somos atrevidas e corajosas. Depois chega a puberdade e de repente começamos a perguntar aos outros o que é que eles querem".

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