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O mistério (ou nem tanto) dos Picassos e Van Goghs desaparecidos

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NEGÓCIO. David Nahmad, famoso comerciante de arte que pode estar envolvido no uso de offshores para comprar obras de artistas como Picasso

VALERY HACHE/ afp/getty

As respostas a mistérios que envolvem Van Goghs, Picassos, Rembrandts e outras obras de arte estão encerradas nos ficheiros de uma sociedade de advogados do Panamá. A investigação é do Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação, de que o Expresso é parceiro. Mais um artigo da investigação exclusiva “Panama Papers”

Jake Bernstein

Após uma descoberta por puro acaso, o neto de um negociante de arte judeu soube que uma valiosa pintura – a qual pensava ter sido saqueada pelos nazis ao seu avô – poderia estar nas mãos de uma das famílias mais influentes do mundo da arte. Prová-lo tem sido outra história.

A obra do artista italiano Amadeo Modigliani é conhecida pelo nome “Homem Sentado com uma Bengala”. Modigliani, um jovem e empobrecido alcoólico, morreu de tuberculose há quase um século; hoje as suas pinturas chegam a ser vendidas por 170 milhões de dólares. O retrato de um homem elegante de bigode, empoleirado numa cadeira, as mãos a descansarem na sua bengala, pode valer 25 milhões de dólares.

Investigadores seguiram o rasto da pintura até um clã de multimilionários que comprou a obra num leilão em 1996.

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