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Estes homens e mulheres estão a morrer a um ritmo incrivelmente rápido e é preciso contar a história deles

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MEMÓRIA. Turistas visitam o memorial americano de Normandia em 2014, 70 anos depois do desembarque do dia D

Ilia Yefimovich/Getty Images

É uma história pequena, de desfecho feliz entre um acontecimento infeliz. É uma história pequena, mas com outras histórias pequenas destas erige uma grande história de sobrevivência. E estes homens e mulheres que têm histórias pequenas assim estão a morrer - o tempo não poupa sequer os seus heróis - e é preciso descobri-las e contá-las enquanto os temos. Porque são histórias pequenas que nos preenchem de coragem e admiração

A cerca de 90 quilómetros de Berlim, capital da Alemanha, situa-se uma aldeia polaca chamada Kostrzyn nad Odrą, mesmo ao lado da fronteira entre os dois países. Nessa aldeia existe um cemitério, mas não é um cemitério qualquer: o objetivo principal dele e do memorial que alberga é homenagear as cerca de 12 mil pessoas que ali morreram entre 1940 e 1945.

Nessa zona havia um campo de concentração nazi destinado a aprisionar combatentes dos Aliados: numa fase inicial os franceses e soviéticos, depois italianos e por fim norte-americanos. A memória do que ali aconteceu não se apagou nos 71 anos que passaram. E há mais uma história de sobrevivência que merece ser contada e que até agora esteve quase a ser esquecida pela História.

O protagonista é Edwin Shifrin, que agora conta uns 93 anos que lhe vão apagando a memória.

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