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Ninguém quer que Marcelo ative a bomba

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Na próxima segunda-feira, dia 4, faz seis meses das eleições legislativas. E isso significa que a barreira constitucional que impede a dissolução do Parlamento cai automaticamente. O Expresso fez uma ronda pelos partidos à esquerda e à direita do PS - e nenhum quer agora que o Presidente da República use essa prerrogativa

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

A proibição de dissolução do Parlamento e convocação de eleições antecipadas termina esta segunda-feira, no dia em que passam seis meses das eleições legislativas. Esta norma, muito debatida quando António Costa derrubou o Executivo de Passos Coelho com uma moção de rejeição do programa de Governo, é encarada agora com toda a normalidade. Por razões diferentes, os partidos à esquerda e à direita do PS não vão a correr pedir eleições antecipadas ao Presidente da República.

"Não acreditamos neste modelo, que já faliu no passado, mas também não andamos aos saltos a pedir eleições antecipadas", afirmou ao Expresso o vice-presidente do PSD, Carlos Carreiras. O PSD acredita que a curto prazo este Governo vai falhar na execução orçamental e, portanto, a sua queda será inevitável. Passos Coelho, aliás, já disse que não está ansioso à espera de eleições.

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