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Costa cumpriu o número com a esquerda, mas não tem um número para o desemprego

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Jose Carlos Carvalho

A coreografia do PM com a esquerda “até parece combinada”: não se comprometeu com solução para o Novo Banco, evitou carregar nas críticas ao regime angolano, fugiu a quantificar uma meta para o emprego. Mas acompanhou PCP e BE nas críticas ao PSD e à Europa. E piscou o olho ao CDS, apesar de recusar a revisão constitucional

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

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Jornalista da secção Política

José Carlos Carvalho

José Carlos Carvalho

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Fotojornalista

Catarina Martins fez a pergunta: “Pondera o Governo aumentar o investimento público já em 2016, de forma a estimular a economia, ou só lhes interessa o défice?” Os termos em que foi posta a questão eram tão maniqueístas e a resposta era tão óbvia, que António Costa preferiu ironizar do que fugir à evidência: “A pergunta até parece combinada, porque sabe antecipadamente a resposta.

”E a resposta era a que a líder do Bloco já sabia de cor: “Como sabe não nos interessa só o défice”, “temos de recuperar o investimento – público e privado”, “temos de criar condições para poder aumentar o investimento público”, “os limites para o investimento público este ano são os que constam do OE”.

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