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A boa notícia: os preços não aumentam. A má: vai continuar a pagar muito

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JOSÉ CARLOS CARVALHO

Governo e editoras chegaram a acordo: os preços dos livros escolares não sobem para 2016/17 e no ano seguinte o aumento acompanha a taxa de inflação

Mais de 200 euros é quanto os pais que tenham filhos a estudar no 9º ou no 10º ano continuarão a gastar no início do próximo ano letivo só na compra de manuais escolares. É nestes anos de escolaridade que a fatura é mais pesada, de acordo com um inquérito realizado nos últimos meses a 500 famílias, num estudo conduzido pela Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) e divulgado na semana passada. A boa notícia é que os preços dos livros não vão poder aumentar este ano.

O acordo entre os ministérios da Educação e da Economia e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros para o congelamento dos preços dos manuais escolares foi anunciado esta quarta-feira. E nele ficou também estabelecido que para 2017/2018 os aumentos voltam a ficar condicionados à evolução da inflação, “excluindo o efeito dos produtos alimentares não transformados e energéticos”. Em 2015, esta taxa foi de 0,7%, segundo os cálculos do INE.

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