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O caso da mulher que nadou quatro horas de noite para apanhar o barco onde (não) ia o marido

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A TODO O VAPOR. Imagem de arquivo do “barco do desamor”

d.r.

Polícia Marítima tenta esclarecer o incidente, que inclui o marido da vítima e o cruzeiro pelo Atlântico que ambos faziam

Marta Caires

Correspondente na Madeira

Jornalista

A turista britânica que se atirou ao mar para apanhar o barco está internada numa casa de saúde mental. A Polícia Marítima tenta agora esclarecer o caso, que inclui o marido da vítima e o cruzeiro que ambos faziam. A viagem terminou no porto do Funchal, o marido regressou de avião a Inglaterra e a mulher terá vagueado pelos arredores do aeroporto da Madeira antes de se atirar ao mar, numa tentativa de alcançar a nado o Marco Polo, o navio onde viajara desde as Caraíbas.

Confuso? As autoridades marítimas admitem que há muito por esclarecer e lembram que, do caso, conhecem apenas o relato da turista, uma mulher de 65 anos, resgatada por pescadores na noite de sábado para domingo, a mais de 500 metros da costa, ao largo do aeroporto da Madeira. Uma versão que tem muitas incoerências, como reconhece Félix Marques, comandante da Zona Marítima da Madeira.

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