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Fugitivo escondeu-se em Lisboa um mês antes de ser acusado

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RAUL SCHMIDT. Luso-brasileiro está em prisão preventiva em Lisboa enquanto aguarda desenvolvimentos sobre o processo de extradição

d.r.

O luso-brasileiro Raul Schmidt vivia em segredo num apartamento em Lisboa desde o início de julho de 2015, um mês antes de ser acusado por corrupção, branqueamento de capitais e associação criminosa no âmbito do processo Lava-Jato, que corre no Brasil. Em causa está um contrato internacional de 1,8 mil milhões de dólares (€1,6 mil milhões) atribuído pela Petrobras

Raul Schmidt Fellipe Junior, um cidadão luso-brasileiro de 57 anos, era vizinho de um jornalista, que o viu mudar-se no início de julho de 2015 para o apartamento do 2.º andar de um prédio da rua de São Mamede, em Lisboa, um mês antes de se tornar oficialmente um fugitivo à justiça brasileira.

Raul e a mulher, Ana Cristina Paschoal, passaram a viver juntamente com dois cães no apartamento, um imóvel de três milhões de euros que ocupa um piso inteiro com vista frontal sobre a Sé de Lisboa e o rio Tejo e que está registado em nome de uma companhia offshore. Ana Cristina costumava ir fazer jogging, mas o marido raramente saía de casa. Com eles morava uma outra mulher, que a imprensa tem identificado nos últimos dias como sendo filha do casal.

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