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Caberá à corte ser lugar despido de paixões

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CRISE POLÍTICA. Ordem e progresso, os substantivos que o Brasil tenta retomar no quotidiano

Fernando Bizerra Jr/epa

O Supremo Tribunal Federal do Brasil (ou Suprema Corte) é agente ativo na crise que afeta o país. Apesar da origem política, a maioria das decisões que tomou tem sido despida de paixões partidárias

Plínio Fraga, no Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro é um dos agentes políticos mais ativos do país. Como tal, suas discussões e decisões refletem as disputas políticas. É ao mesmo tempo árbitro e, de certa forma, participante do jogo.

Coube ao STF avanços institucionais inegáveis, como admitir legal as quotas para negros na educação, o casamento de pessoas do mesmo sexo, a proibição ao nepotismo no funcionalismo público e ao permitir a interrupção da gravidez em caso de feto anencéfalo, para citar alguns exemplos.

A decisão do STF que balizou os ritos da abertura de processo de impeachment de Dilma, as liminares em que impede que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assuma o cargo de ministro da Casa Civil e a discussão sobre qual foro adequado para investigá-lo colocaram a Suprema Corte no alvo das diversas correntes políticas. O país está dividido e efervescente.

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